A história do violino
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Definição
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Instrumento de arco, com quatro cordas, o menor (e o de som mais agudo) dos membros da família do violino. Tem uma extensão de quatro oitavas, e suas cordas são afinadas em intervalos de quinta, sendo a mais grave afinada pelo sol abaixo do dó central (isto é, sol-ré-lá-mi). Os primeiros violinos foram feitos na Itália em meados do século XVI (1700), evoluindo de antecessores como arebec, a vielle e a lira da braccio. A arte de fabricar violinos de primeira classe foi, por 200 anos, apanágio de três famílias de Cremona - os Amati, Guarnen e Stradivari (de que a latinização deu Stradivarius). Embora o violino propriamente dito tenha-se mantido inalterado por 400 anos (excetuando-se a utilização de cordas mais finas e de um cavalete mais alto no século XIX), a forma atual do arco só se consolidou no século XIX (1800). Originalmente convexo em relação ao violino, o arco é agora côncavo. O violino tem longa história na execução da música folclórica, que vem desde seus antecessores (como avielle). Durante o século XVII, substituiu a viola soprano na música de câmara, e tornou-se o fundamento da orquestra. Na orquestra moderna, os violinos estão divididos em duas seções - primeiros e segundos violinos -, as quais se distinguem, em cena medida, pelo fato de os primeiros tocarem as partes mais agudas e os segundos, as mais graves. O repertório de música escrita para o violino é enorme, e cresceu ainda mais depois que Paganini revelou todas as suas possibilidades virtuosísticas. Incluí concertos de Bach, Vivaldi, Beethoven, Brahms, Tchaikovsky, Mendelssohn, Bruch, Berg e Paganini. |
As partes do violino
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Cravelhas
Técnicas de arco: Segurar o arco apropriadamente é muito importante para uma boa execução. A mão direita controla a pressão das crinas do arco nas cordas, o que afeta o timbre do instrumento. O violinista precisa também manter pulso relaxado. Algumas técnicas usadas ao se tocar violino:
Pizzicato
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Cuidados com o violino Sempre que acabar de usar seu instrumento limpe-o com panos de fibras naturais, pois o breu é feito de resina e
pode danificar o verniz do seu instrumento, o acido úrico também pode estragar o verniz através da
oxidação, por tanto evite pegar no corpo do instrumento.
Evite reparos e gambiarras caseiras tais como:
Para trocar as cordas, substituas uma a uma, não tire todas as cordas de uma única vez pois a alma do seu
instrumento pode cair.
Inadequado:
Colar figurinhas adesivas no instrumento. Sempre que afinar ou trocar as cordas do seu instrumento confira a posição do cavalete. Aproveite e verifique se o cavalete esta empenado, se estiver leve seu instrumento ao luthier para que ele ajuste um novo cavalete, pois o cavalete empenado pode quebrar e danificar o tampo do instrumento. |
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PERGUNTAS FREQUENTES
Para que serve o breu e como utilizá-lo corretamente? |